Patrimônio Público vendido a preço de banana

8 jun

 

Imagem

Um patrimônio histórico do município de Quatro Barras, o Estádio Municipal Osni Antonio da Silva que era localizado na rua José Rodrigues Fortes foi vendido a preço irrisório.

 

19048720_10213877266434163_1945924693_o

Hoje existe um campo com o nome de Estádio Municipal no bairro Itapira que alaga os 365 dias do ano, área úmida onde nunca fica seco…

19022041_10213872053543844_1792324645_n

O ex-prefeito Loreno Bernardo Tolardo se desfez de um Estádio de Futebol todo murado, com iluminação para jogos noturnos, gramado com drenagem de campos oficiais, arquibancada, cabine de rádio, vestiário, casa de caseiro, estacionamento e churrasqueira, todo esse patrimônio valia (por baixo) R$ 3.5 milhões e foi negociado por R$ 640 mil.

Imagem (2)

Entenda e compreenda os fatos:

– No ano de 1991, a empresa Tecnoflex recebeu do município de Quatro Barras a doação de uma área para implantação da empresa.

– Em 1998, através da Lei 07/98 o então prefeito João Carlos Creplive alienou (doou), mais 3.300m2 de terreno.

– Em maio de 2012 a empresa negociou com o prefeito Loreno Tolardo uma área com o total de 11.639,51 m², terreno este avaliado pelo Corretor da RS Imóveis, a R$ 55,00 m2 com toda a infraestrutura – perfazendo um total de R$ 640.173,05 – onde estava localizado o Estádio Municipal Osni Antonio da Silva no Jardim Patricia.

COMPARATIVO

– Neste mesmo bairro, a Imobiliária RS tem para venda um terreno (identificação TR 1009) – na rua do ex-campo, área de 510m2, ao preço de R$ 180.000,00 – onde o m2 custa R$ 352,00, terreno bruto sem nenhuma infraestrutura.

IDENTIFICAÇÃO TOTAL DA ÁREA VALOR TOTAL VALOR DO M2
Terreno do ex-campo 11.639,51 m2 R$ 640.173,05 R$ 55,00
Lote TR 1009 510 m2 R$ 180.000,00 R$ 352,00
18987747_10213875091899801_427290102_o

incrível a cláusula…. “APENAS OPINEI SOBRE O VALOR DO REFERIDO IMÓVEL , ISENTANDO-SE DE QUALQUER RESPONSABILIDADE CIVIL, CRIMINAL E/OU JUDICIAL QUE VENHA A RECAIR SOBRE O MESMO”…………

VENDE UM TERRENO A PREÇO DE BANANA E COMPRA DOIS LOTES A PREÇO DE DIAMANTE

O ex-prefeito Tolardo “vendeu o terreno do campo com toda infraestrutura” no Jardim Patricia, e na mesma época adquiriu dois lotes neste bairro para a construção da creche Tia Inês, CMEI que leva o nome de sua mãe. Os lotes não foram pagos e a Justiça está cobrando esta conta do atual gestor – o qual deve pagar pelos dois lotes de apenas 1,294 m2 mais de R$ 600 mil

CAMPO – Parte II

– Tolardo “doou” uma área localizada no jardim Itapira na Rua Nilo Fávaro, (terreno este retomado para o município pelo competente Procurador Otélio Renato Baroni, na gestão Adamoski), para que a empresa Tecnoflex construísse um novo Estádio nos parâmetros mínimos do antigo.

– A empresa não investiu R$ 300.000,00, plantou grama e fez uma cerca de tela, na área sem drenagem e sem iluminação.

INVESTIGAÇÃO

Após investigação, este imbróglio poderá custar aos bolsos dos envolvidos mais de R$ 5 milhões (já corrigidos) lembrando ainda que a justiça poderá aplicar a punição da devolução em triplo, é uma ação criminal de no mínimo cinco anos em regime fechado, conforme Artigo 2º da Lei 8176/91, que diz: “Constitui crime contra o patrimônio, na modalidade de usurpação (defraudação, trapaça), produzir bens ou explorar matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pelo título autorizativo”.

Pena: detenção, de um a cinco anos e multa.

A pergunta que não quer calar, quem vai pagar esse “dano” ao erário público? A empresa? O ex-gestor? Ou será rateado entre todos os envolvidos?

O Procurador Geral do município e a equipe jurídica foram coniventes com o gestor? O servidor público responsável pelo patrimônio não percebeu a fraude? E o Controlador Geral onde estava quando ocorreu essa manobra? A equipe da secretaria de Obras liderada por um engenheiro que acompanhou todo este trâmite também se omitiu? E a comissão de avaliação da prefeitura foi negligente, baseou-se no que?  n

Todos esses envolvidos poderão pagar a conta, e não os munícipes que mais uma vez saíram perdendo por mais um crime contra o patrimônio público.

 

 

 

Câmara de Vereadores de Quatro Barras: Mamão com Açúcar? ou Café com Leite? Pode ser chamada também de “água morna”

20 abr

Sessão Plenária 17 de abril de 2017

A sessão iniciou às 18h (horário normal), abertura, oração do Pai Nosso, discurso na tribuna do vereador cadastrado e leitura da ata da sessão anterior para aprovação, “aprovada”. Presidente Gilsinho conduz, secretária Vânia lê indicações dos parlamentares e projetos de lei.

Pisquei, a sessão terminou, eram exatamente 18h30.

Nenhum vereador defendeu projeto, nenhum comentou o por que de sua indicação, nenhum dos nove esbravejou. Ops! Sim, a Parlamentar Vânia de Araújo levantou a voz e um tanto ríspida criticou  “a gestão Lara e Adamoski, tem CEM DIAS de administração e as casas do Jardim Menino Deus estão cobertas de mato.

O que? Sim! As casas do JMD, onde a digníssima representante do povo reside estão “escondidas” pelo muito mato.

Venho aqui lhe perguntar Respeitosa e Honrada vereadora, você vive na ante-sala do gabinete do vereador Angelo Andreatta acompanhada do seu digníssimo pai, dentre os tantos assuntos, não questionou a roçada no bairro?

O engenheiro civil e secretário de Infraestrutura Marco Aurélio Presa contemplou no seu bairro vereadora Vânia, mutirões de roçada. Ocorre magnífica, que a chuva faz o mato crescer, e a equipe é formada por poucos profissionais nesta área. Temos a lhe informar que o empresário e amigo do ex-prefeito,  não mais mantem sua equipe de roçada prestadora de serviços ao município, aliás empresa que faturou mais de 3 milhões de reais por roçar até 300km de acostamento por mês. Recomendo que dentre as inúmeras visitas que faz ao Exmo Prefeito Lara onde possivelmente trata de assuntos do seu interesse e do seu respeitoso pai, questione ao Executivo a necessidade da roçada.

Desejo informar aos munícipes ausentes na sessão, “não estão perdendo nada”, o cirquinho sem graça continua o mesmo dos anos anteriores. Uma oposição fraca, barrando os bons projetos do prefeito Lara (eles faziam isso quando ele era vereador) achando que ainda tem chance de “negociar” algo com o prefeito. Vereadores de situação mudos e calados, sem ânimo e muito menos vontade de aplaudir, agradecer ou criticar ações do governo municipal. Não ouvi um vereador defender a gestão, apenas escutei uma vereadora de oposição (que almeja cargo público para o pai) nervosa com o “mato”.

Em Quatro Barras está tudo bem sim senhor? NÃO. Não está. A população está irritada com a falta de “medicamentos” nas Farmácias básicas das Unidades de Saúde”, os constantes ataques de cães de rua aos pedestres está gerando inúmeros protocolos com pedidos de providências, pedidos de indenizações e de ressarcimento das despesas decorrentes de mordidas, a população quer ruas pavimentadas (Florestal), saneamento básico (Florestal), creche (Florestal), Unidade de Saúde (Florestal), empregos para os moradores de todo município, enfim, queremos PARLAMENTARES que esbravejem. Que usem do seu PODER PARA QUESTIONAR, PEDIR, IMPLORAR E COBRAR as necessidades que a população que os elegeu necessita.

Ei NOVE e NOBRES vereadores, cade vocês? Se acomodaram porque atingiram o objetivo? ACORDEM!!

Exijam do prefeito, dos servidores públicos engajados em honrar o emprego que garante a eles o salário mensal, a prefeitura precisa urgentemente de uma equipe de licitação engajada em fazer BEM FEITO. O bate e volta dos erros retarda medicamentos, merenda escolar, e tantos outros produtos e serviços para o bem estar da população. O Prefeito Municipal precisa de uma equipe que some com ele e não divida, o intuito de servidores de carreira em prejudicar a gestão Lara & Adamoski precisa ser freado. Se não está dando certo com José e Maria, remaneja. Se há descontentamento com a ineficiência da secretária ou secretário, a mesma caneta que nomeou, EXONERA! Se tem um grupinho querendo prejudicar, oportuniza aos que desejam trabalhar a chance de junto ao Executivo, solucionar os problemas que assolam o município.

CENTO E VINTE DIAS DE GESTÃO conforme apresentado hoje 19,  (aos mais de 70 presentes na audiência pública no Pinheirinho (Borda do Campo), a GESTÃO Lara & Adamoski está arrumando a casa e implantando programas e projetos inovadores. Poderão fazer muito mais, precisam apenas de vereadores atuantes, servidores públicos éticos e competentes, e TODOS com boa vontade de TRABALHAR.

Ministério Público conclui investigação sobre NEPOTISMO em Quatro Barras

28 mar

Mais de 30 pessoas estão envolvidas e podem ser enquadradas no Artigo 12, III da Lei n.º 8412/1992

Há pouco mais de 18 meses atuando no Fórum da Comarca de Campina Grande do Sul e Quatro Barras, o Promotor de Justiça Gustavo Bravo, conclui investigação sobre denúncias de NEPOTISMO no município de Quatro Barras das gestões de 2009/2012 e 2013/2016 do ex-prefeito Loreno Tolardo. As primeiras denúncias foram protocoladas em 2009 – o MP citou o Poder Executivo, fez-se um TAC ( Termo de Ajustamento de Conduta ) pelo prefeito da época, Loreno Tolardo, em seguida ocorreu concurso público onde a grande maioria dos citados nepotes, foram aprovados no concurso e efetivados em cargos públicos. Porém ainda tinham-se alguns nomes, o prefeito os nomeou e repetiu-se um TAC. Ou seja o mesmo pecado cometido mais de duas vezes.

São mais de trinta pessoas envolvidas na investigação. Os inquéritos civis foram encerrados devido ao ajuizamento de cinco ações civis públicas de responsabilização por ato de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA contra os agentes públicos investigados pela prática de NEPOTISMO no município de Quatro Barras, na qual se pleiteia a imposição das sanções previstas no Artigo 12, III – da Lei de n.º 8412/1992.

As ações civis públicas tramitarão Perante a Vara da Fazenda Pública do Foro Regional de Campina Grande do Sul.

As peças de informação que veinculavam a prática de NEPOTISMO no âmbito da COMESP, que também foram objeto de representação, foram remetidas à Promotoria de Proteção de Patrimônio Público de Curitiba que possui atribuição para investigar o caso e adotar as providencias cabíveis.

* LEI 8412/1992

Artigo 12 – III

III – na hipótese do art. 11, ressarcimento integral do dano, se houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

 

Em Campina Grande do Sul cresce o numero de cães abandonados e as políticas e programas para minimizar o problema não existem

15 mar

Mesmo sem números oficiais, uma vez que são raros os municípios que realizam o Censo Animal, estima-se que hoje existem cerca de 20 mil ou mais animais domésticos (cães e gatos), perambulando pelas ruas e avenidas de Campina Grande do Sul. A estimativa revela a falta de políticas públicas desenvolvida pela gestão municipal, em desobediência a legislações ambientais pertinentes ao assunto.

No Jardim Paulista, fêmea no cio, cercada por mais de 15 machos causa furor na população

IMG-20170314-WA0019

Uma cena chocante parou o trânsito e pedestres pelas ruas do bairro Jardim Paulista

Há cerca de dez dias, uma cachorrinha bege, conhecida dos comerciantes do bairro, foi o assunto da semana. Ela tem até duas gestações por ano, a cada ninhada de oito a doze filhotes. Entrou no cio, e a fila foi imensa. No mínimo doze ou quinze cães, a seguiam e queriam fazer festa. Felizmente o casal Venício e Paula conseguiram resgatar a pobrezinha, a fêmea, arisca, acabou indo para o centro cirúrgico onde foi castrada, com os recursos custeados pelo vereador Venício. A veterinária Paula, preocupada com o pós operatório, alojou a fêmea num canil em sua residência. Após a retirada de pontos, infelizmente terá que ser devolvida às ruas porem, agora, sem a preocupação de cio e ninhadas para aumentar a superpopulação canina e elevar o índice de abandono. A veterinária já possui em sua residência quatro cães e gatos, e conforme relatou, houve interesse de pessoas em adotar a cadastrada, mas ela viveu sempre nas ruas, está em desespero por ficar presa num canil. Jamais se acostumará alojada num terreno fechado. “Não posso deixar de agradecer ao Anderson, do pet Arca de Noé que doou a roupa cirúrgica para a fêmea castrada”, finaliza.

Uma Bandeira em Prol aos Cães Abandonados

IMG-20170314-WA0020

O Vereador Venício Ferreira, levantou esta Bandeira em seu mandato anterior. Casado com a veterinária Paula Madaloni, com quem tem dois filhos, e cunhado da veterinária Manuela Madaloni, irmãs proprietárias da Clínica Veterinária Campinense localizada no Jardim Paulista, o parlamentar convive com o assunto no seu dia a dia. Por ter esta pauta vivenciada constantemente, tornou-se adepto e apoiador à causa animal. “Na gestão anterior, do prefeito Luiz Assunção, elaborei um importante projeto de políticas públicas aos animais domésticos (cães e gatos). Com apoio da minha esposa a veterinária Paula Madaloni, foi possível priorizar os pontos mais críticos com valores de custo baixo para diminuir o problema. Não obtive êxito”, relata entristecido. Na minha campanha em 2016, elaborei novamente importantes programas priorizando a Proteção Animal. Tenho confiança na atual gestão e a convicção de que poderemos, unidos, traçar projetos e coloca-los em prática para o bem estar animal, e com isso, tirar nosso município da linha vermelha do abandono.

Na opinião de Venício a compreensão do poder público, envolvendo prefeito, secretários do Meio Ambiente, da Saúde, da Educação para trabalhos educacionais de posse e adoção responsável e da Ação Social para as parcerias com programas em benefício às famílias de baixa renda que possuem muitos animais, e evidente a população em massa apoiando e participando ativamente de todo esse processo, a castração, chipagem, o “não” abandono com a posse responsável deverá dar certo, e elevar o município de Campina Grande do Sul como uma referência para o bem estar animal.

Para a veterinária Manuela Madaloni a questão não é financeira. “Não faltam recursos. Falta interesse”, afirma. Para a profissional, qualquer município poderia contar com a proteção a animais vítimas de abandono. “Qualquer prefeito pode muito bem buscar, junto a Fundação Nacional de Saúde, recursos para a construção de canis e gatis, campanhas para adoção responsável, programas de castração e chipagem. No próprio endereço eletrônico do órgão é possível verificar projetos para tal finalidade, inclusive com projeção para a densidade demográfica de cada município”, informa.

“Falta boa vontade por parte das gestões públicas. Os prefeitos e secretários municipais pouco se importam sobre o abandono, maus tratos e procriação contínua” desabafa a protetora Animal Cris Fortes. Segundo comenta, tanto nesse quanto em outros municípios do Estado do Paraná, ou mesmo em nível de Brasil, tornou-se um caos o abandono e a procriação constante, devido a falta de políticas públicas voltadas a essa questão.  É lamentável, em Quatro Barras, onde estamos lutando há mais tempo a questão está difícil, quem dirá em Campina Grande do Sul, onde ex-prefeitos nada fizeram para minimizar o problema, e avalio pouco interesse do atual secretário do Meio Ambiente e até o momento nenhuma manifestação favorável à causa animal, pelo prefeito eleito. Fortes enfatiza, “observo problemas e mais problemas aumentando, uma minoria da população tomando atitudes, a maioria criticando ou nada fazendo, e este município, próximo em tornar-se o mais problemático da região metropolitana no quesito abandono. Ela enfatiza, ainda, que no caso dos municípios onde não há cumprimento à legislação, prefeitos podem vir a ser punidos. “A lei estabelece o cuidado destes animais também aos municípios. Qualquer gestor municipal que estiver descumprindo o que a lei determina pode sim responder judicialmente pelo não cumprimento à legislação, basta um habitante denunciar ao Ministério Público”. E complementa “em Quatro Barras obtive êxito na denúncia que elaborei contra o município e protocolei junto ao MP, não foi uma conquista de 100% mas um grande número de cães abandonados estão tendo uma vida menos difícil graças a esta atitude. Em Campina Grande do Sul recomendo que se, não ocorrer atitudes do administrador público, tomem a mesma iniciativa”.

PUNIÇÃO

A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), prevê em seu Art. 32: “praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos; pena – detenção de três meses a um ano , e multa”. A pena deste artigo, aumenta de 1/6 a 1/3 no parágrafo 1º, se o animal vier a morrer. A pena de multa está regulamentada pelo Decreto Federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008, que no Art. 29, estabelece uma multa de R$ 500,00 a R$ 3.000,00, com acréscimo de R$ 300,00 por indivíduo (animal).

 

Quatro Barras fará licitação no valor de R$ 1.844.421,80 para compra de 235 tipos de medicamentos

16 fev

A Prefeitura de Quatro Barras realizará processo licitatório, no próximo dia 23, no modelo ‘pregão presencial’, para compra de medicamentos no valor de R$ 1.844.421,80(um milhão, oitocentos e quarenta e quatro mil, quatrocentos e vinte e um reais e oitenta centavos), com o objetivo de adquirir 235 medicamentos que serão distribuídos nas unidades básicas de saúde.

De acordo com o prefeito Angelo Andreatta a medida é muito importante, “garantir o acesso da população aos medicamentos gratuitos nas farmácias das Unidades de Saúde do município é um dever e compromisso da administração e estamos trabalhando para que isso seja realizado da melhor forma possível, para que não faltem mais itens e os nossos cidadãos possam ser bem atendidos”.

O vice-prefeito Roberto Adamoski destacou a importância da ação. “O Governo Municipal tem uma preocupação com a saúde pública, principalmente na atenção básica, e assistência farmacêutica faz parte deste contexto”.

*** O pregão presencial é uma modalidade de compra (Licitação) onde ao invés, de fazer eletrônico, via internet, o pregoeiro, sua comissão e os licitantes, reúnem-se para fazerem a compra através do menor lance ofertado. O pregão presencial é mais vantajoso pois as empresas já apresentam a documentação na hora e pode haver também negociação de preço imediata.

Ó valor dessa licitação é record no município de Quatro Barras

PE 01-2017- medicamentos-1.jpg

pe-01-2017-medicamentos-12

pe-01-2017-medicamentos-13

pe-01-2017-medicamentos-14

pe-01-2017-medicamentos-15

pe-01-2017-medicamentos-16

Acidente na avenida São Sebastião atinge poste e provoca queda de energia

3 fev

Um acidente ocorrido hoje (2) por volta das 9:30h, envolvendo o Fiat Uno de placa AZN 2707 de Curitiba, ocasionou ferimento na passageira de 82 anos, sra Nezanira Garcia Pedroso. Sua sobrinha, a condutora do veículo, a jovem Marisete Terezinha Jankowski, relatou aos bombeiros da Defesa Civil que teve problema mecânico, o travamento do volante.

Ela seguia na Avenida São Sebastião sentido centro de Quatro Barras, na reta subiu de lado num barranco e após colidiu com o poste.

O acidente provocou a queda de energia na área central de Quatro Barras e bairros próximos. A ocorrência foi atendida pelos bombeiros Hegler, Dalprá e Fabiano, e os GMs  Carvalho, Freitas, Legnani e Skodowski, e o motorista Jairo da ambulância da prefeitura, que conduziu a passageira machucada até o Hospital Angelina Caron.

Fotos: Cris Fortes

Prefeito Angelo Andreatta faz visita ao abrigo de cães de Quatro Barras

18 jan

O abrigo de cães foi licitado pelo ex-prefeito Loreno Tolardo e não está com acomodações adequadas para o bem estar animal

O prefeito de Quatro Barras, Angelo Andreatta , visitou na quinta-feira (12), juntamente com o secretário de Planejamento Urbano Marco Aurélio Burkner e a coordenadora geral de Meio Ambiente Cristiane Fortes, o abrigo de cães, administrado pela Comunidade Esperança, Resgate e Vida (CERV) presido pelo Pastor Manoel Xavier da Silva, localizado na comunidade Monte Alegre no município de Quatro Barras.

100_8613

Prefeito Angelo Andreatta (Lara-PMDB) e a expressão de preocupado com o que observou no abrigo…… 

Entenda a situação

Fortes visitou o abrigo na quarta-feira (4) e relatou uma [ série de irregularidades do não cumprimento do contrato. Levou ao conhecimento do gestor público que imediatamente convocou uma reunião na segunda-feira (9), onde o Pastor Manoel Xavier , responsável pelo abrigo e foi alertado sobre a possibilidade de reincidir o contrato da licitação firmado entre ele e o gestor anterior, caso não ocorresse o cumprimento das exigências determinadas pelo objeto licitado. Ou seja, a lista de procedimentos que até então não estava sendo respeitada no período de três meses em que os cães foram removidos do Canil Graciosa para esta outra localidade, (em 10 de outubro de 2016) deveriam ser colocado em prática. Principais necessidades imediatas para o cumprimento do contrato:

– Limpeza e higienização diária dos 22 canis de alvenaria,

– Tratamento médico veterinário aos cães com sarna e outros sintomas de doenças;

– Potes adequados e limpos para água e ração;

– maderite, papelão (outros) para forrar o piso gelado onde dormem os animais;

– separação dos cães bravos;

– microchipagem;

– área de solário e lazer que hoje não tem, os cães permanecem confinados dentro dos canis sem possibilidade de saírem;

– comunicado sobre a morte de cães (ítem que consta no contrato e que não está sendo respeitado-muitas mortes e nenhum alerta).

Visita ao abrigo

Em visita, o prefeito Angelo Andreatta observou “algum” progresso no cumprimento do contrato, no quesito higienização, porém alertou que ainda se faz necessário muitas adequações. Lara fez a cobrança para que o acompanhamento médico veterinário ocorra permanentemente para a melhoria da saúde dos animais. Visivelmente chocados, o grupo observou uma grande quantidade de cães doentes, com sarna e outros com muita secreção da mucosa e das glândulas vizinhas às pálpebras, sintoma de cinomose.

O piso úmido e outros molhados são propícios para doenças respiratórias, a necessidade de forrar o local coberto com estrado (maderite) é urgente.

O alerta foi acionado, se não ocorrer num curto prazo de tempo as melhorias exigidas conforme constam no contrato firmado entre o município e a instituição, o mesmo será reincidido.